Leitura: 7 minutos Você sente aquele frio na barriga só de pensar em contas e papéis do divórcio? Calma, mulher: entender quem paga as custas no divórcio amigável pode ser o primeiro passo para a sua liberdade financeira e emocional. Hoje, vou te mostrar como transformar esse medo em clareza e controle para o seu novo capítulo.
Custas: o que são e por que importam?
É natural sentir um peso no peito ao ouvir falar em “custas” do divórcio. Mas saiba: entender essas despesas é um passo de coragem e autocuidado. No seu dia a dia, isso significa evitar surpresas desagradáveis e proteger seu bolso.
- Custas são taxas cobradas pelo cartório ou pelo Judiciário para processar o divórcio.
- Incluem despesas como taxas de cartório, honorários de advogado e possíveis certidões.
- No divórcio amigável, esses valores tendem a ser menores e mais previsíveis.
A virada de chave para você, mulher, é saber que informação é poder. Já imaginou como seria leve atravessar esse processo sem medo do desconhecido? O que te impede de buscar clareza sobre suas finanças hoje?
Quem paga: regra geral do divórcio amigável
Sentir-se insegura sobre “quem paga o quê” é normal, mas não precisa ser um fardo. No divórcio amigável, as custas geralmente são divididas igualmente entre as partes. Isso vale tanto para taxas de cartório quanto para honorários de advogados.
- O casal pode negociar e ajustar essa divisão conforme a realidade de cada um.
- Se um dos lados estiver em situação de vulnerabilidade, pode pedir isenção ou redução das custas.
- Advogados podem ser contratados em conjunto, reduzindo custos.
No seu cotidiano, isso significa menos brigas e mais foco na sua reconstrução. Você já pensou em conversar abertamente sobre dinheiro com seu ex para garantir um processo mais leve?
Como funciona no cartório
É comum sentir ansiedade diante de burocracias, mas o divórcio amigável em cartório é mais simples do que parece. As taxas cartorárias são tabeladas e variam conforme o estado, mas costumam ser acessíveis.
- O pagamento é feito no ato do pedido, geralmente dividido entre o casal.
- Se houver filhos menores ou incapazes, o divórcio precisa ser judicial, não podendo ser feito no cartório.
- Alguns estados oferecem isenção para pessoas de baixa renda.
No seu dia a dia, isso significa praticidade e menos desgaste emocional. Você já pesquisou se tem direito à isenção de custas no seu estado?
E se não posso pagar?
Sentir medo de não conseguir arcar com as despesas é legítimo, mas não precisa ser um limitador. Existe a possibilidade de pedir gratuidade de justiça se você comprovar insuficiência de recursos.
- Solicite ao advogado que inclua o pedido de gratuidade no processo.
- Documentos como comprovante de renda e declaração de hipossuficiência podem ser exigidos.
- Se aprovado, você fica isenta das taxas judiciais e cartorárias.
A virada de chave é entender que pedir ajuda não diminui sua força, mas mostra sua coragem. Você se permitiria buscar esse direito para garantir sua independência emocional e financeira?
Dividindo honorários de advogado
É normal sentir-se perdida diante de valores de honorários, mas saiba: no divórcio amigável, o casal pode contratar o mesmo advogado para representar ambos, reduzindo custos.
- O valor dos honorários deve ser combinado previamente e dividido entre as partes.
- Se preferirem, cada um pode contratar seu próprio advogado, arcando individualmente com os custos.
- É importante pedir um contrato detalhado para evitar surpresas.
No seu cotidiano, isso significa mais previsibilidade e menos ansiedade. Você já conversou com um advogado sobre as opções de pagamento e divisão de honorários?