Como pedir divórcio: o passo que muda tudo em 2026

O medo de pedir divórcio pode travar sua vida. Descubra o passo a passo para virar esse jogo e começar um novo ciclo ainda este mês. Você está pronta?

como fazer para entrar com pedido de divórcio

Leitura: 8 minutos Se você sente aquele frio na barriga só de pensar em iniciar o processo de divórcio, saiba: esse medo é comum, mas não precisa ser o seu destino. Aqui, vou te mostrar que pedir o divórcio pode ser o primeiro passo para a liberdade, autoestima blindada e o recomeço que você merece. Prepare-se para clarear dúvidas, ganhar confiança e enxergar o divórcio como um ciclo de cura e ressignificação da sua vida.

Primeiro passo: decisão consciente


Sentir medo, culpa ou até um certo alívio é natural quando você pensa em se divorciar. Mas a virada de chave começa quando você entende que decidir é o ato mais poderoso que você pode fazer por si mesma.

  • Reflita: é realmente o fim do ciclo?
  • Converse com alguém de confiança ou rede de apoio.
  • Lembre-se: você não está sozinha, milhares de mulheres já passaram por isso e reconstruíram sua felicidade.

No seu dia a dia, isso significa dar voz aos seus sentimentos e colocar sua paz em primeiro lugar. Você já se permitiu escutar o que o seu coração quer de verdade?

Documentos: o que separar?


A ansiedade bate forte quando pensamos em burocracia, não é? Mas se organizar é o primeiro passo prático para transformar o medo em ação. Para dar entrada no divórcio, você vai precisar separar:

  • Certidão de casamento (atualizada)
  • Documentos pessoais (RG, CPF)
  • Comprovante de residência
  • Documentos dos filhos (se houver)
  • Comprovantes de bens e dívidas

No seu cotidiano, isso significa criar uma pasta (física ou digital) e ir reunindo tudo aos poucos. Já pensou como vai se sentir quando tudo estiver pronto e sob seu controle?

Divórcio consensual ou litigioso?


É comum sentir insegurança ao escolher o tipo de divórcio. Mas entender as diferenças te dá poder de decisão:

  • Consensual: quando ambos concordam com a separação e os termos (bens, filhos, pensão).
  • Litigioso: quando há desacordo em algum ponto e será necessário um processo judicial.

A virada de chave aqui é saber que, mesmo se houver conflito, você pode buscar apoio jurídico e emocional. Qual dessas opções faz mais sentido para o seu momento de vida?

Preciso de advogado?


Sentir-se perdida diante de termos jurídicos é normal, mas buscar orientação é um ato de independência emocional. Para o divórcio consensual sem filhos menores ou gravidez, é possível fazer em cartório, com advogada para cada parte ou uma só para ambas. Já no litigioso ou havendo filhos, a presença de advogada é obrigatória.

  • Procure profissionais que acolham sua história.
  • Se não puder pagar, busque a Defensoria Pública.

No seu dia a dia, isso significa ter alguém para traduzir o “juridiquês” e defender seus direitos. Você já pesquisou profissionais que te inspiram confiança?

Como funciona o processo?


A ansiedade de não saber “o que vem depois” pode paralisar, mas conhecer o caminho traz segurança. O processo pode ser:

  • Em cartório: rápido, simples e sem audiência, se consensual e sem filhos menores.
  • Na Justiça: requer petição inicial, possível audiência e sentença do juiz.

No seu cotidiano, isso significa se preparar para etapas claras e previsíveis. Já imaginou o alívio ao ver o processo andando e a vida seguindo em frente?

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