Leitura: 8 minutos Se você sente aquele frio na barriga só de pensar em iniciar o divórcio, saiba: existe um caminho gratuito e acessível no RJ que pode aliviar seu bolso e seu coração. Neste artigo, vou te mostrar, de mulher para mulher, como dar entrada no divórcio gratuito, sem burocracia desnecessária e com acolhimento para cada etapa desse novo capítulo.
Divórcio gratuito: é possível?
Sentir medo de custos é comum quando pensamos em divórcio, mas a verdade é que você pode sim se divorciar sem gastar nada com taxas judiciais no RJ, se preencher alguns requisitos.
No seu dia a dia, isso significa que o dinheiro que parecia ser um obstáculo não precisa mais travar sua liberdade.
- O divórcio gratuito é chamado de gratuidade de justiça.
- Você pode solicitar em casos de baixa renda.
- Vale tanto para divórcio consensual quanto litigioso.
A virada de chave para você mulher é saber: o acesso à justiça é um direito seu, não um privilégio.
Você já conhecia essa possibilidade de recomeço sem custos?
Quem pode pedir divórcio gratuito?
É normal sentir insegurança ao pensar “será que eu me encaixo?”. Mas o critério principal é a comprovação de insuficiência financeira.
No seu cotidiano, isso significa que se sua renda familiar é baixa e você não pode arcar com taxas sem prejudicar seu sustento, você tem direito.
- Renda familiar de até 3 salários mínimos costuma ser aceita.
- É preciso apresentar documentos que provem a renda.
- O pedido pode ser feito no início do processo.
A chave aqui é não se autossabotar: não tenha vergonha de pedir o que é seu por direito.
Você já parou para pensar em como seria sua vida se não precisasse se preocupar com esses custos?
Passo a passo para dar entrada
A ansiedade bate forte quando não sabemos por onde começar, mas organizar o processo é libertador.
No seu dia a dia, isso significa menos noites em claro e mais foco na sua reconstrução.
- Junte documentos: RG, CPF, certidão de casamento, comprovante de renda, comprovante de residência.
- Procure a Defensoria Pública do RJ ou um posto de atendimento do Tribunal de Justiça.
- Explique sua situação e peça a gratuidade de justiça.
- Se for consensual, leve acordo assinado; se não, relate sua versão.
- Espere a análise e, se aprovado, siga com o processo sem pagar taxas.
A virada de chave é perceber que cada documento reunido é um passo para sua independência emocional.
Você já começou a separar seus papéis para essa nova fase?
Onde buscar ajuda e orientação
Sentir-se sozinha é comum, mas você não precisa atravessar esse ciclo sem apoio.
No seu cotidiano, isso significa ter uma rede de suporte para dúvidas e para fortalecer sua autoestima blindada.
- Defensoria Pública do RJ: atendimento presencial e online.
- Postos do Tribunal de Justiça: orientação jurídica gratuita.
- ONGs e grupos de apoio a mulheres: acolhimento emocional e prático.
- Advogadas voluntárias: podem orientar em casos mais delicados.
A virada de chave é entender que buscar ajuda é ato de coragem, não de fraqueza.
Qual rede de apoio pode ser sua aliada hoje?
Documentos essenciais para o processo
A confusão sobre papelada pode travar, mas clareza traz leveza.
No seu dia a dia, isso significa não ser pega de surpresa e evitar idas e vindas desnecessárias.
- RG e CPF de ambos os cônjuges
- Certidão de casamento atualizada
- Comprovante de residência
- Comprovante de renda (contracheque, carteira de trabalho, declaração de isenção)
- Documentos dos filhos, se houver
- Comprovantes de bens, se houver partilha
A virada de chave é: documentação pronta é meio caminho para a liberdade.
Você já listou tudo o que precisa reunir para não travar sua caminhada?