Leitura: 8 minutos Sentir-se perdida ao pensar em iniciar um processo de divórcio é mais comum do que você imagina, mas hoje você vai descobrir como transformar esse momento em um ponto de virada para sua liberdade e autoestima. Aqui, você vai encontrar clareza, acolhimento e passos práticos para dar entrada no divórcio e abrir as portas para o seu novo capítulo.
Por onde começar seu divórcio?
Sentir medo do desconhecido é natural, mas o primeiro passo para dar entrada no divórcio é buscar informação e apoio. Você não está sozinha e merece conduzir esse processo com segurança e dignidade.
- Reúna documentos pessoais (RG, CPF, certidão de casamento, comprovante de residência).
- Liste bens, dívidas e informações sobre filhos, se houver.
- Procure um advogado de confiança ou a defensoria pública, caso não possa arcar com custos.
No seu dia a dia, isso significa se organizar e não ter medo de pedir ajuda. Quem pode ser sua rede de apoio nesse momento?
Divórcio consensual ou litigioso?
É normal sentir insegurança ao ouvir termos jurídicos, mas entender a diferença entre divórcio consensual e litigioso vai te dar mais autonomia.
- Consensual: quando ambos concordam com os termos (bens, guarda, pensão).
- Litigioso: quando há discordância e o juiz decide.
A virada de chave para você, mulher, é saber que o consensual costuma ser mais rápido e menos desgastante. Já pensou em como gostaria que esse processo acontecesse para você?
Documentos essenciais para o processo
A ansiedade de esquecer algum papel é real, mas se antecipar vai te dar mais tranquilidade. Separe:
- Certidão de casamento atualizada
- Documentos pessoais do casal
- Comprovante de residência
- Documentos dos filhos (se houver)
- Comprovantes de bens e dívidas
No seu cotidiano, isso significa menos idas ao cartório e mais tempo para cuidar de você. Qual desses documentos você já tem em mãos?
Passos práticos: do pedido à sentença
O medo de se perder no caminho é compreensível, mas o processo pode ser mais simples do que parece. O roteiro básico é:
- Escolha entre cartório (consensual, sem filhos menores) ou fórum (litigioso ou com filhos menores).
- Protocole a petição inicial com advogado.
- Participe de audiências, se necessário.
- Aguarde a sentença e a averbação na certidão de casamento.
A cada etapa vencida, você fortalece sua independência emocional. O que mais te assusta nesse caminho?
Custos e opções gratuitas
A preocupação com dinheiro é legítima, mas não precisa ser um obstáculo. Existem alternativas:
- Divórcio consensual em cartório: custos de taxas e honorários.
- Divórcio litigioso: pode ser mais caro, mas há isenção para quem comprova baixa renda.
- Defensoria Pública: assistência gratuita para quem precisa.
No seu dia a dia, isso significa que sua liberdade não depende do seu saldo bancário. Você já conhecia essas opções?